sexta-feira, 13 de março de 2015

Parapsicóloga e Consteladora em Joinville. Docente do curso de pós graduação em psicologia transpessoal

Para que fazer Regressão de Memória ou Constelação Familiar?
Resposta: O passado cura o presente;
- Entender o porquê de uma ansiedade sem explicação aparente;
- entender a timidez que já não lhe parece fazer sentido; 
- entender porque é que tantos pensamentos negativos lhe surgem;
- entender o sentimento de solidão e / ou abandono que o acompanha sempre;
- entender o porquê da dificuldade em demonstrar afeto;
- uma personalidade agressiva ou a dificuldade em dizer "não";
- entender a falta de perspectivas na vida; o porquê de uma revolta interior; - -- -- porque é que todas as responsabilidades recaem sobre si;
- dificuldade de tomar iniciativas; a baixa auto-estima;
- entender o constante excesso de preocupação;
- porque é que desiste tão facilmente de um objetivo que se apresente árduo; - -- entender porque é que vive preso ao passado;
- entender um sentimento forte de saudade, aparentemente desmotivada; - ----- - entender porque é que não consegue perdoar.
- a dificuldade em lidar com dinheiro;
- entender porque é desorganizado.
- medos, muitos medos
Para que fazer terapias? Porque a vida é muito curta para viver no passado no presente e futuro com limitações que não deseja mais!


Silca T. Malutta   Profª De Regressão De Memória E Parapsicóloga Clínica
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Skype: silcamalutta
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domingo, 8 de março de 2015

Constelação Familiar e o Campo Morfogenético com a Profª Silca em Joinville-SC





Campo Morfogenético nas Constelações Familiares
Segundo a teoria do biólogo Rupert Sheldrake os campos morfogenético nas constelações familiares – pode-se explicar como se passa a “influência” do passado familiar para o descendente. A teoria diz que informações vividas por membros da mesma espécie ficam armazenadas em um campo invisível, o campo mórfico, e o conteúdo destas experiências ficam acessíveis posteriormente para membros da espécie, não importando o tempo do evento ou se houve ou não contato entre os membros. O aprendizado e a influencia vem pelo campo mórfico, e não pelo convívio e contato “pessoal”. Não há explicação cientifica definitiva ainda, só pode se ver e sentir esse campo na prática durante a constelação. Conhecimento empírico!.
Na Constelação o sistema de relações do consulente se faz presente com todas suas tensões internas e que afetam a cada uma das pessoas desse sistema, incluindo o consulente. Essas tensões provocam a movimentação dos representantes para uma nova situação sem conflitos.



Silca T. Malutta   Profª De Regressão De Memória E Parapsicóloga Clínica
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Constelação Familiar e os Hologramas sistêmicos com a prof Silca em Joinville-SC


Holograma nas Constelações Familiares. Workshop em Joinville no mês de Abril. Faça sua reserva!

     No campo vivencial das Constelações Familiares, o consulente pode “reviver” suas histórias inconscientes de forma consciente através dos representantes ou bonecos.
     A fenomenologia durante um trabalho terapêutico se dá na percepção do terapeuta experiente, que pode vivenciar em ressonância com o consulente, como num holograma, não somente as reações físicas, mas também seus estados internos. Um campo que contém informações vividas de todas as gerações, um campo de memória familiar formando um holograma presencial.
     Quando o representante do consulente entra em ressonância com o campo morfogenético de que está representando, todo o sistema desta pessoa se movimenta, buscando encontrar no passado as causas dos problemas atuais. Esse procedimento fenomenológico beneficia todos os sistemas desta pessoa no nível físico e espiritual.
     Não há explicação científica definitiva ainda, só pode se ver e sentir esse campo de informações na prática durante a constelação.
Por Profª Silca Malutta, docente do curso de pós-graduação de psicologia Transpessoal, Parapsicóloga e Consteladora. Facilitadora no curso de Aferfeiçoamento em Hipnose e Regressão.Contato: (47) 3433-5360 - 8449-8400

Silca T. Malutta   Profª De Regressão De Memória E Parapsicóloga Clínica
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Campo Morfogenético nas Constelações Familiares pela prof. Silca em Joinville-SC

                            Campo Morfogenético nas Constelações  Familiares
            Segundo a teoria do biólogo Rupert Sheldrake dos campos morfogenético nas constelações familiares – pode-se explicar como se passa a “influência” do passado familiar para o descendente.  A teoria diz que informações vividas por membros da mesma espécie ficam armazenadas em um campo invisível, o campo mórfico, e o conteúdo destas experiências  ficam acessíveis posteriormente para membros da espécie, não importando o tempo do evento ou se houve ou não contato entre os membros. O aprendizado e a influencia vem pelo campo mórfico, e não pelo convívio  e contato “pessoal”. Não há explicação cientifica definitiva ainda, só pode se ver isso na prática durante a constelação.

            Na Constelação o sistema de relações do consulente se faz presente com todas suas tensões internas e que afetam a cada uma das pessoas desse sistema, incluindo o consulente. Essas tensões provocam a movimentação dos representantes para uma nova situação sem conflitos.

Constelação Sistêmica Familiar com a profª de regressão de memória, Silca Malutta em Joinville


Correlação entre Constelação Sistêmica Familiar e Regressão de memória

             O presente comentário sobre a correlação entre Constelação Sistêmica Familiar e Regressão de Memória Ericksoniana  se faz esclarecedora porque o método, a dinâmica de Bert Hellinger  renovou práticas que vêm ao encontro da nossa evolução espiritual por meio da fenomenologia e paranormalidade.
            A terapia de regressão Ericksoniana  procura auxiliar o consulente a eliminar o controle do passado sobre a pessoa no presente da mesma forma que ocorre com a terapia de constelação sistêmica  no atendimento individual e em grupo. Podem emergir, em um espaço curto de tempo, sentimentos  intensos que o terapeuta acompanha, dirige e acolhe ao entrar nos processos de conscientização da mente subconsciente/inconsciente.
        O resultado esperado nestes processos terapêuticos; ao campo que se forma através das imagens internas,  leva a pessoa  entender melhor o que se passa com ela. “Um novo olhar para a mesma vida”.  O que se denomina "regressão"  ou entrar no “campo mórfico” ocorre quando o consulente se reconecta com uma memória passada, como consequência seu corpo reage como naquela época, como se o passado fosse realidade agora. O terapeuta leva o consulente a sair  do padrão de estagnação por meio de frases de solução, ou ressignificações ou ainda desprogramação.
         Na terapia de constelação em grupo com representante  podemos trabalhar diversos  distúrbios emocionais e transtornos do comportamento que, muitas vezes, não são favorecidos na terapia individual. Assim, quando este representante entra em ressonância com o campo morfogenêtico de quem está representando,  todo o sistema desta pessoa se movimenta, buscando encontrar no passado  as causas dos problemas atuais. Esse procedimento fenomenológico beneficia todos os sistemas desta pessoa no nível físico e espiritual.
        A fenomenologia durante um trabalho terapêutico das técnicas citadas  se dá na percepção do terapeuta  experiente, que pode vivenciar em ressonância com o consulente, como num holograma, não somente as reações físicas, mas também seus estados internos.  Bert Bellinger, criador da terapia de Constelação Sistêmica Familiar nos diz que muitas coisas hão de vir através da consciência pessoal, coletiva e espiritual.
Silca Malutta, Parapsicóloga e Consteladora Sistêmica Familiar. Prof. da Pós-graduação  Psicologia Transpessoal.

Artigo publicado pelo Jornal A Notícia do Estado de Santa Catarina em 20.01.2005

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

CONSTELAÇÃO FAMILIAR NO ATENDIMENTO INDIVIDUAL EM JOINVILLE-ATIRADORES

A Constelação Familiar no Atendimento Individual

Professora Silca Malutta está atendendo com Constelação Familiar.
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A Constelação Familiar é uma técnica criada por Bert Hellinger (psicoterapeuta alemão), onde se cria “esculturas vivas” reconstruindo a árvore genealógica, o que permite localizar e remover bloqueios do fluxo amoroso de qualquer geração ou membro da família.

Muitas das dificuldades pessoais, assim como problemas de relacionamento são resultados de confusões nos sistemas familiares. Esta confusão ocorre quando incorporamos em nossa vida o destino de outra pessoa viva ou que já viveu no passado, de nossa própria família sem estar consciente disto e sem querer. Isto nos faz repetir o destino dos membros familiares que foram excluídos ou não reconhecidos no lugar que pertencia a eles.

Durante o decurso de uma Constelação, é permitido ao terapeuta ter uma perspectiva sobre as diferentes dinâmicas que atuam no sistema familiar do cliente, orientando o processo e testando cada dinâmica quanto ao seu significado. A fim de avaliar este processo, o terapeuta pode sugerir ao cliente vivenciar a técnica numa sessão individual.

O atendimento individual de Constelação familiar passa a ser uma ferramenta muito rica e dinâmica para o psicoterapeuta, já que mostra uma imagem clara de determinada circunstância da vida do cliente, permitindo ser trabalhada de várias formas diferentes.  Com base na imagem que aparece, o terapeuta pode escolher, naquele momento, dar continuidade e trabalhar a Constelação propriamente dita, ou pode optar , depois de ver a imagem, trabalhá-la de outras formas,  utilizando outras técnicas que naquele momento  e circunstância lhes parecer mais conveniente.

A sessão individual pode ser efetuada também de duas formas diferentes. A primeira, com “bonecos” servindo de representantes dos familiares do cliente, ou com  “papéis no chão”, onde o cliente participa mais ativamente do processo, pois entra no lugar dos seus próprios familiares, percebendo cada situação.

Os passos de uma sessão individual não diferem muito do procedimento realizado na Constelação em grupo. Inicialmente o cliente chega ao nosso consultório, esclarecendo porque veio e quem o indicou. Já desde o início, a atenção se volta para duas perspectivas, o problema e a solução desejada. A descrição do problema abrange os sintomas, incluindo tudo que enfraquece o cliente e o que ele não deseja manter. A solução envolve os recursos do cliente e o que o fortalece.

Nesta fase pergunto ao cliente o que ele conhece sobre o trabalho de Constelação Familiar, a fim de saber em que nível devo começar ou que informações ainda preciso para começar o trabalho. Na maior parte das vezes, os clientes, que não são os seus de psicoterapia, vêm indicados por outras pessoas e pouco ou nada sabem sobre o trabalho. Neste caso, eu os introduzo brevemente nos pensamentos básicos que orientam o trabalho. Muitas vezes temos que orientar o cliente quanto ao contexto de uma sessão de Constelação, por ser uma abordagem nova de terapia e por possuir uma forma mais abreviada, exigirá do cliente uma mudança de atitude ou de paradigmas, fazendo-o ter uma visão mais ampliada de sua história.

O próximo passo é mostrar a estrutura da Constelação, pedindo ao cliente que coloque os personagens de sua trama familiar. Neste caso, o terapeuta pode escolher, naquele momento, trabalhar com “bonecos” ou “papéis no chão”, de acordo com o que achar mais conveniente para a situação.  A cada imagem formada, o cliente pode fechar os olhos e imaginá-la em sua mente, entrando assim naquela sensação e assim dando informações significativas e indicando caminhos.

Quando encontramos os bloqueios dentro daquela “trama”, utilizamos as frases de solução para a harmonização daquela situação, frases estas que na maior parte das vezes é repetida pelo próprio cliente.

Muitas vezes o terapeuta pode entrar na representação de um dos familiares dentro daquela Constelação, caso o trabalho esteja sendo feito com “papéis no chão”, interagindo com o cliente, encontrando assim a solução final.

Encerrada a sessão, o procedimento é o mesmo que na Constelação em grupo. Damos o tempo necessário para que àquela situação trabalhada encontre fortalecimento e paz para o cliente.

Celma Nunes Villa Verde

Silca T. Malutta   Profª De Regressão De Memória E Parapsicóloga Clínica
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O que é constelar com a profª de regressão e consteladora em Joinville, bairro Atiradores-

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O que é constelar?

O que é uma Constelação Familiar?


O que aparece em uma Constelação Familiar? O que é aquilo que se monstra em uma constelação? E como pode ser que algo completamente desconhecido pode aparecer e se revelar?
Estas perguntas devem ser repetidas cada vez novamente.
É evidente que um campo sábio entra em ação em uma constelação. De acordo com as compreensões e o conhecimento de hoje, a Constelação Familiar, como se revela agora, está muitos anos a frente do tempo. A Constelação Familiar é um movimento externo de um acontecimento cósmico.
A pergunta: “Pode-se aprender a Constelação Familiar?” é respondida claramente por Bert Hellinger: Não. Porém o que podemos aprender é desaprender a nossa imagem de “certo” e “errado”; a imagem de um processo determinado para se livrar de um problema, e abdicar de uma interpretação. Isso significa que há uma única intenção: queremos constelar uma família. Isto acontece em sintonia com o cliente.


A constelação pode ser relacionada da mesma forma a um meio profissional. Também um produto ou uma questão de decisão podem ser constelados. O procedimento numa constelação continua livre de qualquer intenção, de qualquer desejo e do medo. Da mesma forma livre do desejo de poder entregar um resultado. Respostas racionais são sempre suposições. Se estas condições são garantidas pelo constelador, então um outro campo, que torna qualquer intervenção desnecessária, se abre.
A pergunta é: Como podem o constelador e o cliente entrar em sintonia com o campo sábio? Como podem se deixar guiar para dentro dele, reconhecendo a boa solução para então aplica-la como insight na vida?

Bert Hellinger diz: Podemos aprender a transformar o nosso ser, o nosso car
áter, para resistir à tentação do fazer. Olhamos de forma centrada para o fenômeno. Assim nos tornamos o observador. E ao observar, o movimento cósmico se revela, que pode ser visto, vivido e compreendido por cada um.  De qualquer forma ele precisa permanecer no espaço sem interpretação. Aprender a Constelação Familiar segundo Hellinger® significa aprender uma abordagem completamente nova em relação ao desconhecido. A Constelação Familiar segundo Hellinger® não é nem um ofício nem um método. Ela é uma caminho, uma passagem para um outro plano, um outro nível de consciência. Ali todas as perguntas encontram o seu caminho e sua resposta. Podemos partir do princípio que tudo que acontece numa constelação, que revelou aquilo que foi e que será, sempre serve ao bem do cliente. Também se o cliente teve outra expectativa em relação à sua ideia da constelação. 

Se o cliente confiar no constelador, aquele resultado exato o indicará para um novo plano. O resultado de uma constelação indica um novo caminho e leva adiante, para muito além do pensamento e dos desejos. No entanto o constelador preciso ser capaz de suportar, e deixar o cliente suportar, o resultado de uma constelação. 
Aqui estamos falando sempre de uma Constelação Familiar segundo Hellinger®.
No início das constelações, Bert Hellinger pensava que a Constelação Familiar pertencia somente nas mãos de médicos e terapeutas. Entretanto ele revocou tal ideia. Ele reconheceu que os procedimentos e a abordagem necessários devem ser a partir de uma postura profundamente humilde, que esteja aberta e pronta para tudo que se observa. Um postura que não é orientada por um objetivo de forma curiosa ou “fazedora”. É uma absoluta confiança e entrega, sem saber por si mesmo aonde ou como o próximo passo leva adiante. Assim o constelador e o cliente podem estar presentes com absoluta atenção diante de um movimento de forma maravilhada.
A Constelação Familiar pertence em mãos responsáveis. O constelador deve estar diante das pessoas e da vida de forma consciente, atenciosa, cuidadosa, respeitosa e aberta. Esta é a tarefa de aprendizagem. A teoria pode ser encontrada em mais de 100 livros de Bert Hellinger.
A prática é descoberta de caso em caso de forma nova. Da mesma forma como não há duas pessoas iguais, não há duas constelações iguais. Seja relacionada a uma empresa ou a um relacionamento, à vida profissional ou privada, a doenças, à escolha vocacional ou a qualquer outra questão. Aqui estamos diante de uma transição para um ou mais campos sábios, movedores e poderosos. Eles podem ser descritos também como vários planos entrelaçados do “SER” todo-abrangente. 

Informações extraídas do site Oficial do Bert Hellinger.


Silca T. Malutta   Profª De Regressão De Memória E Parapsicóloga Clínica
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